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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Valter Pomar apoia Evandro Leite em Ariquemes - RO

Breve histórico de EVANDRO LEITE FRANCO candidato a Presidente do PT Ariquemes

NOME: EVANDRO LEITE FRANCO                                 

FORMAÇÃO: LICENCIATURA EM HISTÓRIA – FACULDADES INTEGRADAS DE ARIQUEMES – FIAR , BACHARÉL EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS  - FACULDADES INTEGRADAS DE ARIQUEMES – FIAR
HISTÓRICO: Evandro Leite Franco, Brasileiro nascido em Ecoporanga – ES, residente em Rondônia desde 1984, estado que adotou como seu estado de coração, filho de agricultor e Professora que vieram para Rondônia como milhares de migrantes com o sonho de um pedaço de terra, o quenão foi possível naquele momento, minha mãe professora Arlete fez de tudo para seus filhos, Evandro, Elivelton e Eduardo tivessem condições de estudar e cumpriu sua missão, sou casado tenho e tenho uma filha de 01 (um) ano e 8 meses, minha esposa é bancária e trabalha junto ao Banco do Brasil em Ariquemes, filiei ao PT em 2005, esta é a segunda vez que me candidato a presidente com a certeza de que posso contribuir para a reconstrução do partido junto a sua base e voltarmos a ter um dialogo cada vez melhor com os movimentos sociais e sociedade em geral.








RECONSTRUÇÃO + RENOVAÇÃO = PT FORTE

                                                                                                         POR EVANDRO LEITE FRANCO

Assim como na política eleitoral, o PT tem a chance de se renovar a cada 04 (quatro) anos e aperfeiçoar a democracia.
Atualmente, vivemos dias obscuros e incertos no estado de Rondônia e no município de Ariquemes. Mas depois de muita reflexão, quero dar minha contribuiçãopara termos a certeza de dias melhores, porque não podemos mais esperarpara agir e responder a população por aquilo que ela nos cobra, por conta de deslizes de alguns membros partidários ou que nós mesmos tenhamos cometidos pelo silêncio.
Com certeza, é por intermédio do voto e da democracia que temos a chance de melhorarmos. Por isso conclamo você filiado e simpatizante a caminhar conosco nesta nova empreitada; o caminho é árduo, mas juntos, sei que podemos reverter e determinar um novo rumo para o PT de Ariquemes, do Estado e, quem sabe, Nacional.
O PT se diferencia dos outros partidos justamente por este espaço democrático que temos ao escolhermos os nossos dirigentes.
Chega de fisiologismo, de alianças escusas para obtenção do poder. Passamos da hora de reativarmos bandeiras esquecidas, que foram deixadas de lado. É preciso reconhecer os nossos erros, porque fomos e estamos sendo devidamente punidos por conta disso. Vamos nos realinhar junto aos movimentos sociais e nos fortalecermos ainda mais, para uma nova jornada rumo a um País com mais justiça, liberdade e mais fraterno com todos os povos, raças e credos.
PROPOSTAS PARA O PT MUNICIPAL
1-      Revisão e recadastramento dos filiados com desfiliação de ex-filiados que ainda constam na lista, regularização junto ao cartório eleitoral e Diretório Nacional.
2-      Criação de núcleos de base para reativar o diálogo com os filiados, simpatizantes e população em geral sendo um canal de comunicação com o mandato devereador e deputados do PT, sendo que esta é uma proposta ousada para os próximos anos em todos os bairros da cidade e comunidades rurais.
3-      Criação da biblioteca Eduardo Valverde na sede do diretório municipal.
4-      Criação dos coletivos de mulheres, cultura e outros que o partido julgar necessário em nosso município e estruturação e fortalecimento do coletivo de jovens.
5-      Formação política usando a estrutura da escola nacional de formação do PT, Fundação Perseu Abramo e outros mecanismos que forem necessários.
6-      Criação de uma zona Wi-Fi de livre acesso para filiados, simpatizantes e população geral sem custos para que o diretório seja um local ativo.
7-      Capacitação do filiado antigo para acesso a redes sociais e outros recursos tecnológicos na área de informática.
8-      Melhoramento da comunicação interna através de redes sociais e e-mails.
9-      Respeito ao Estatuto e regras internas do Partido dos Trabalhadores para que sejam respeitados os princípios éticos e morais.


EVANDRO LEITE FRANCO- ARTICULAÇÃO DE ESQUERDA

CANDIDATO A PRESIDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DE ARIQUEMES- nº 520

CARTA ABERTA DA ARTICULAÇÃO DE ESQUERDA RONDÔNIA

            

            ARTICULAÇÃO DE ESQUERDA - RONDÔNIA 



Neste momento em que o Partido dos Trabalhadores vive o processo de eleição direta para escolher aqueles que estarão à frente do partido nos próximos anos, a Articulação de Esquerda, tendência interna busca contribuir com a militância no sentido de continuar sendo o PT uma ferramenta a ser manuseada pelas classes subalternas.
Uma das contribuições refere-se a necessidade de se pensar que, embora, nestes últimos doze anos a vida daqueles que sempre ficaram fora das políticas públicas melhorou e, isto, de forma significativa, faz-se urgente refletir sobre os erros cometidos e, em especial, os desvios éticos, estes graves, posto que seja inadmissível a um instrumento que busque contribuir na construção de um mundo sem injustiça, sem diferenças de classe, de cor, sexo e/ou opção sexual, fundado nos valares do respeito, da tolerância e da solidariedade, ter em seus quadros, pessoas que ao assumirem algum tipo de poder cedem a corrupção.
        Uma questão fundamental encontra-se no fato de que aqueles que se desviaram eticamente fazem do PT, por um lado, um mecanismo para ganhos pessoais e, por outro, como administram a máquina do partido, não são punidos, não respeitam o Estatuto da agremiação, desqualificam o partido e se desqualificam.
     Em consequência de administrarem o PT com finalidades pessoas, de grupos, acabam em disputas, também, de cunho pessoas, caem em uma rede de intrigas, de fofocas, calúnias de toda ordem. Acusam-se mutuamente, afastando com isso a militância histórica, autenticamente petista.
    Talvez a consequência mais grave e mais visível desta forma de gerir o PT tenha sido a perda da Prefeitura de Porto Velho!
     E por falar em prefeitura, o PT neste PED deve pensar que no ano que vem há a questão da reeleição da companheira Dilma e disputa para governo do Estado, sem mencionar as eleições para os parlamentos federal e estadual.
   Assim, o Partido para continuar na missão de transformar o Brasil e um país que seja de todos que trabalham, precisa mudar o modo de ser conduzido. É urgente corrigir os erros, os desvios, pois só assim, o PT estará acima de todos os filiados, sejam eles lideranças sociais ou políticas; ocupem cargos de direção partidárias ou sejam parlamentares, o PT deve ser sempre maior.
    A Articulação de Esquerda, pensando nisso, lança como candidato à presidência nacional o companheiro Valter Pomar e, em municipal a companheira Luciana Basílio, pois ambos apresentam as condições de o PT corrigir os rumos, superar os erros cometidos e, com isso, fazer com que a militância autêntica retorne.
    Na questão de Porto Velho, onde vivenciamos e, porque não dizer, fazemos parte dos acertos e dos erros do PT local, eleger Luciana Basílio significa colocar na presidência uma companheira de lutas, alguém que não tem compromissos pessoais com quaisquer indivíduo ou grupo. Eleger Luciana Basílio é retomar a histórica, honesta e autêntica militância que fez o PT ser o maior mecanismo posto nas mãos dos marginalizados para superarem esta condição. Só elegendo Luciana Basílio haverá um Partido unido em torno de interesses dos oprimidos de Porto Velho e não em interesses de cunho pessoal.
     Além da eleição da Companheira Luciana Basílio significar que se, de um lado o PT tenha divergências saudáveis no campo teórico, onde diferentes teses sejam pensadas, de outro, ter-se-á unidade nas ações, coisa que falta hoje em Porto Velho devido ao modo que o partido vem sendo administrado nas últimas décadas, no qual. Sempre prevalecem os interesses de grupos em detrimento dos interesses coletivos.
Outra questão é a tarefa de o PT de Porto Velho contribuir com a reeleição da companheira Dilma. Em consequência de, por um lado, estar a frente do Partido uma companheira que pensa o PT acima dos interesses particulares, pessoais e de grupo, e, por outro, estando as diferentes forças internas fortalecidas, o debate será mais qualificado, a autêntica, histórica e honesta militância estará engajada, unida em torno de objetivos maiores e, assim, a o PT de Porto Velho, poderá ser uma ferramenta mais qualificada para desenvolver de modo exitoso a tarefa de reeleger Dilma.
      Um último motivo de ter Luciana Basílio a frente do PT em Porto Velho tem haver com o respeito que tanto ela quanto a AE tem em relação aos movimentos sócias. Tanto Valter Pomar em nível nacional como Luciana possuem o respeito e admiração daqueles que são e/ou estão ao lado do povo. Isto porque ambos sempre estiveram e continuam a estar onde o povo estar. Este fato possibilitará ao PT uma aproximação mais consistente com os movimentos, o fortalecendo e fazendo com que continue sendo a ferramenta das classes que sempre foram exploradas. Afinal é está a razão de o PT existir!

      Diante do exposto, fica evidente que Valter Pomar em nível nacional e Luciana Basílio em nível municipal sejam a alternativa que o PT têm de fazer as correções necessárias, resgatar a metodologia de haver diversidade nas teses mas unidade nas ações, sendo tanto aquelas quanto estas pensadas sempre nos interesses da classe trabalhado e jamais em interesses pessoais ou de grupos e, com isso, fazer com que o a tarefe de contribuir com a reeleição de Dilma seja mais exitosa, além de significar um reencontro do PT com suas raízes presentes nos Movimentos Sociais.

A participação das mulheres na disputa do Processo de Eleições Diretas



 Por Luciana Basilio[1]

Historicamente, o PT é um partido que segue assegurando a participação das minorias, e nesse sentido contempla a ampliação da participação das mulheres, da juventude, das etnias, entre outras. Buscando superar as desigualdades entre mulheres e homens, em 1991, cria a política de cotas que assegura 30% das vagas da direção partidária a ser ocupada por mulheres.
Atualmente, o partido demonstra concretamente, a importância da participação das mulheres nos espaços partidários aprovando em seu 4º Congresso a paridade entre homens e mulheres nos espaços de direção.  O que significa que em 2014, os espaços de decisão do PT, serão ocupados por 50% de mulheres.
Nesse contexto, o Partido segue avançando na defesa dos direitos políticos das mulheres e embora seja inegável que o partido é um exemplo, o estatuto precisa traduzir na prática a mudança dos valores da sub-representação das mulheres na esfera da participação política.
De acordo com Tribunal Superior Eleitoral – TSE, nos estados da federação brasileira (num total de 26) onde existem executivas estaduais do partido, 07 executivas contam com participação inferior a 30% de mulheres.  Em quase todos os estados, as mulheres não ocupam efetivamente espaços na direção partidária.
No caso específico de Rondônia temos maior presença das mulheres em cargos na direção partidária, entretanto é importante destacar que na sua maioria, as mulheres têm voz e voto, mais ainda está presente a baixa representação destas no topo das direções em nível municipal e estadual. Dificilmente as mulheres desempenham tarefas específicas na organização partidária, o que diminui as oportunidades de ocuparem espaços de relevância na estrutura do partido.
Somente a garantia do estatuto, não é suficiente para tornar efetiva a participação das mulheres, vale ressaltar que ao passo em que se criam mais instrumentos  técnicos de participação, os espaços se tornam cada vez mais controlados e assistidos.
Isso fica claro na atual realidade das eleições do PED (Processo de Eleições Diretas) no PT de Rondônia, quando a maioria dos grupos políticos internos, procuram as mulheres para ocuparem lugares nas chapas é porque primeiramente precisam cumprir a paridade das mulheres nesses espaços. Mas sem oportunizar que ocupem espaços de destaque e sem reunir as condições necessárias para que essas mulheres possam efetivamente disputar igualitariamente os espaços eletivos.
Essa triste realidade nos dá indicativos de que não basta apontar a presença das mulheres na política, apenas pelo quantitativo numérico, se faz necessário cada vez mais estudos, pesquisas e reflexões aprofundadas que visem discutir essa participação.
Assim, apontamos no presente ensaio, a necessidade de  constituição de um grupo específico, como categoria feminista dentro do partido, caso contrário, a identidade coletiva das mulheres na política, permanecerá construída a partir do modelo concebido pelos homens em que as mulheres são representadas de acordo com os interesses meramente eleitoreiros. Não se trata mais das mulheres simplesmente terem acesso aos espaços (públicos e políticos), as instituições (escolas, sindicatos e partidos) e formas de conhecimento do universo masculino, mas se faz necessário transformar essas relações de acesso e participação radicalmente, para que reflitam os interesses e as experiências das mulheres.
Nossa postura deve ser igualitária não apenas no discurso, mais também na prática, caso contrário, corre-se o risco da nossa participação ser reduzida a um “contar garrafinhas”. 




[1] Militante do PT e da Articulação de Esquerda em Rondônia. Historiadora Mestra em História, Direitos Humanos, Território e Cultura no Brasil e na América Latina pela Universidad Pablo de Olavide. Pedagoga Especialista em Gestão, Orientação e Supervisão Escolar pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR e Faculdade de Ciências Administrativas e de Tecnologia – FATEC. Professora Licenciada em História pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. É Professora Titular do Sistema de Ensino do Município de Porto Velho. Tem experiência na área da gestão educacional pública e sua pesquisa se concentra nos temas relacionados à educação, legislação educacional, gestão escolar e história das mulheres.


Valter Pomar apoia Luciana Basílio em Porto Velho - RO


A trajetória de luta da mulher petista-militante


Luciana Basílio é Militante do Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras e da Articulação de Esquerda no Estado de Rondônia. Sua trajetória como militante do PT inicia-se nos anos noventa, cuja característica fundamental sempre foi buscar contribuir com as ações que fortalecessem a educação e a presença da mulher nos espaços públicos.
Na vida acadêmica é Historiadora Mestra em História, Direitos Humanos, Território e Cultura no Brasil e na América Latina pela Universidad Pablo de Olavide. Pedagoga Especialista em Gestão, Orientação e Supervisão Escolar pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR e Faculdade de Ciências Administrativas e de Tecnologia – FATEC. Professora Licenciada em História pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. E Professora Titular do Sistema de Ensino do Município de Porto Velho. Tem experiência na área da gestão educacional pública e sua pesquisa se concentra nos temas relacionados à educação, legislação educacional, gestão escolar e história das mulheres.
De 1998 a 2001, período em que foi acadêmica do Curso de História, Basílio colaborou na reestruturação do movimento estudantil, organizando o Centro Acadêmico de História.  Dinamizando assim, o Diretório Central de Estudantes e, em companhia de outros companheiros e companheiras fez com que a União dos Estudantes de Cursos Superiores –UNES – se firmasse aqui em Rondônia.
Em conseqüência destas lutas políticas, em 2005 quando o partido ganha a eleição para administrar Porto Velho. Basílio é convidada a assumir a Divisão de Inspeção Escolar da Secretaria Municipal de Educação, onde desenvolveu ações estruturantes, possibilitando que escolas da rede municipal elaborassem seus Projetos Políticos Pedagógicos e fossem reconhecidas pelo Conselho Municipal de Educação.
Com efeito, no ano de 2006, Luciana Basilio assume uma cadeira no Conselho Municipal de Educação, e neste, de forma coerente com sua luta de contribuir na construção de uma escola cidadã, com uma educação libertadora travou uma árdua batalha com a estrutura conservadora e reacionária daquele Conselho.
Em 2010, o PT encontra-se em graves crises, inclusive e mais grave, uma crise ética em que deputados do partido acusam o executivo municipal-petista de corrupção e uma deputada petista mais próxima do prefeito acaba sendo envolvida em um escândalo sem precedentes no mundo político do Estado. Em sua maioria os/as parlamentares são envolvidos e indiciados pela operação da polícia federal denominada Termópilas. Com esta situação, Luciana e mais outras e outros companheiros e companheiras resolvem fazer com que haja uma alternativa dentro do partido e refunda a Articulação de esquerda no Estado de Rondônia, ocasião esta em que realizam seminário; e mesmo sabendo que não tinham condições de vencerem as prévias, lança candidatura para escolha de candidato a substituição da gestão municipal.
Os escândalos se ampliam e a Prefeitura de Porto Velho que tem a frente um petista histórico não conclui o mandato, pois este é afastado do exercício de prefeito e posteriormente vem a ser preso. Tornando-se com isso, o primeiro prefeito de Porto Velho a terminar nesta situação. Diante dessa prerrogativa polêmica, a executiva tanto municipal quanto a estadual silenciam, não tomam medidas. O PT mostra-se sem orientação política e não responde a contento para comunidade do estado de Rondônia. 
Assim, Basílio, embora não sendo parte da diretoria do SINTERO, esteve à frente da greve dos professores e professoras municipais, na qual adquiri mais respeito do que a direção. Sendo escolhida como membro do comando de greve para negociar com a prefeitura, demonstrando mais uma vez, ter a confiança da categoria, sem nunca negar a importância do Sindicato e nem desqualificar a direção do mesmo.
É neste cenário que Luciana Basílio aceita a tarefa de mostrar a militância do PT que existe uma alternativa. E para além destes escândalos há uma militância firme nos ideais de que o partido seja esta ferramenta de organização e direção da classe trabalhadora que sofre com a marginalização.
Luciana Basilio é a candidata da Articulação de Esquerda para a presidência partidária, certa de que sua tarefa busca mostrar:
1º Que o partido neste contexto de crise necessita de unidade e mudanças profundas;

2º A unidade partidária deva ser na diversidade, posto que as correntes internas devam ser valorizadas para que haja dificuldade de um grupo hegemônico impor práticas nada éticas, como se apresenta no cenário atual e que levou o partido à situação de descrédito junto a comunidade do Estado de Rondônia;

3º A militância deve ser qualificada de modo contínuo, por isso, é importante, o fortalecimento dos núcleos;

4º Para tirar o partido desta situação, não existe alternativa que não seja a de eleger Luciana Basílio para presidir o Partido. E assim convidamos a militância petista, seja em um dia ensolarado ou chuvoso para realizar as mudanças tão necessárias atualmente em nosso Partido.

“(...) Apontamos a necessidade de  constituição de um grupo específico, como categoria feminista dentro do partido, caso contrário, a identidade coletiva das mulheres na política, permanecerá construída a partir do modelo concebido pelos homens em que as mulheres são representadas de acordo com os interesses meramente eleitoreiros. Não se trata mais das mulheres simplesmente terem acesso aos espaços (públicos e políticos), as instituições (escolas, sindicatos e partidos) e formas de conhecimento do universo masculino, mas se faz necessário transformar essas relações de acesso e participação radicalmente, para que reflitam os interesses e as experiências das mulheres. Nossa postura deve ser igualitária não apenas no discurso, mais também na prática, caso contrário, corre-se o risco da nossa participação ser reduzida a um “contar garrafinhas”.

Luciana Basilio.