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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Deputada Epifânia ainda deve explicações aos militantes do PT.

Na decisão do desembargador que analisou o pedido do Ministério Público que desbaratou a quadrilha que estava fraudando licitações em Rondônia, supostamente chefiada pelo deputado Valter Araújo (PTB), presidente da Assembléia Legislativa; a deputada Epifânia Barbosa (PT) é citada por indícios de práticas de ilícitos e investigada por Improbidade Administrativa, Formação de Quadrilha e Corrupção Passiva. Preventivamente teve suspensa sua função administrativa na Mesa Diretora da ALE e seus bens colocados em indisponibilidade. Segundo o relatório do desembargador, "as investigações demonstraram que Epifânia recebe regularmente quantias e promessas de quantias ilíctas...". Nota da polícias federal publicada na imprensa, noticiava que a deputada teria ido a sede da superintendência na condição de testemunha. Essa versão foi o suporte que a executiva estadual do PT precisava para confundir ainda mais a militância e os eleitores petistas. Se o desembargador estiver agindo de forma leviana, sem provas ou indícios robustos para sustentar sua decisão, a direção do partido deve tomar as medidas judiciais cabíveis par defender o nome do nosso partido. Caso esteja correto o magistrado (cuja trajetória profissional e ilibada), então outro tipo de providência deve ser tomado internamente com base no nosso Código de Ética. Os militantes ainda estão a esperar uma explicação da Deputada e da Direção Estadual.
 

Um comentário:

  1. Diante dos posicionamentos do Partido penso ser urgente acionar o Código de Ética e problematizar esta situação que já está insustentável e ao que tudo indica, a deputada parece não está sozinha.
    Josélia Neves

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