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segunda-feira, 21 de março de 2011

Trabalhadores de Jirau voltam pra casa escoltados pela polícia... MARGINAIS!???

Policiais observam embarque de trabalhadores deportados.
por Iremar Ferreira (*)
Parece que em nosso País se rebelar contra as injustiça cometidas pelo poder econômico é caso de polícia... vide o que aconteceu em Jirau na semana que Obama visitou o Brasil...
Chamo este fato de "Tsumani humano no Rio Madeira"... já escrevi neste blog sobre o assunto, mas venho neste momento destacar como os trabalhadores depois de terem serem direitos reconhecidos pelo Ministério Público do Trabalho, lideranças políticas e sindicais, mostrando que as empresas do consórcio Jirau mentem para a sociedade de que toda sua ação é de respeito aos povos da região e aos trabalhadores, culminando neste levante de oprimidos por vários fatores...
Ao acessar este direito, de retornar para casa de avião ou de ônibus, policiais acompanham passo-a-passo dos trabalhadores (a la FBI do Obama no RJ e em Brasília), porém como uma grande diferença, não para proteger os trabalhadores, mas vendo-os como uma ameaça à cidade e aos bens do "capital"...
Registro meu protesto contra esta prática de usar as "forças armadas" contra o trabalhador que denuncia seus direitos violados... e os patrões, as empresas responsáveis por tudo isso, pela exploração extrema do trabalhador, por andarem com segurança, engomados e advogados merecem é a proteção do Estado brasileiro!?

NOSSO COMENTÁRIO.

O conflito entre trabalhadores da construção civil e seus patrões (as empreiteiras do consórcio que está contruindo a polémica Usina Hidrelétria de Jirau) está sendo veiculado pela grande imprensa como um ato de vandalismo iniciado pela briga entre um motorista de ônibus um único trabalhador. Em Porto Velho o clima na semana passada era de terror, com a população em pânico com medo dos "terroristas" que estavam destruindo o canteiro de obras e já estariam em marcha para a cidade. Polícia Militar e a Força Nacional foram acionadas. As forças armadas ficaram de prontidão. Até que a Procuradoria Regional do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego se meteram na questão e ficou constatado que se tratava de uma questão trabalhista de uma série de desrespeito aos operário pelo empregador. 
Para saber mais veja no parte do conflito neste link do YouTube.

(*) do Blog Sem Fronteiras

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