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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Jovem, machão e defunto.

As vítimas preferenciais da violência não só são jovens, como também pertencem ao sexo masculino. E essa masculinização da letalidade violenta vem crescendo ao longo do tempo. Em 2007, segundo dados do Subsistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde – SIM/MS, das¨17.474 vítimas jovens – 15 a 24 anos – de homicídio, nada menos que 16.408, isto é, 94% eram do sexo masculino. Em 1980, esse índice era de 90%. Também no trânsito 83% das vítimas jovens em 2007 foram homens, quando em 1980 esse índice era de 80%. Surpreende o enorme incremento da masculinidade dos suicídios jovens: 64% em 1980; 71% em 1990; 75% em 2000, para chegar a 77% em 2007.

A absurda taxa de mortalidade dos rapazes no Brasil não é natural nem universal, mas tem relação direta com a educação.

Leia o artigo de Julio Jacobo Waiselfisz em http://www.espacoagora.com.br/?p=468

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