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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Hugo Chaves indica linhas estratégicas de ação ao seu partido.

Um dos grandes perigos que enfrenta qualquer partido revolucionário é a tendência da sua própria máquina burocrática de se bastar em si mesma. Neste processo o partido se distancia das massas e passa até mesmo a ser um entrave à revolução como aconteceu na Rússia. Na Venezuela o Partido Socialista Unificado da Venezuela - PSUV está no poder a duas décadas e internamente já se sente esta imobilização e engessamento. Preocupado com isso o presidente Hugo Chaves indica algumas linhas estratégicas a serem lá trabalhadas.

1 – Da cultura capitalista à militância socialista.
Esta primeira linha é coluna vertebral de todas as outras. A essência da batalha é a transição da cultura política capitalista passiva à militância socialista ativa. Segundo Hugo Chaves, a troca de costumes, de visão de mundo e de cultura é o maior de todos os frutos de uma revolução. Há que se desenvolver a partir da consciência dos valores. Desta forma terão que fazer um esforço muito grande. Essa cultura capitalista do egoísmo e do individualismo deve ser combatida e substituída com novos valores humanitários.

2- Converter o partido de uma máquina burocrática eleitoral em um partido de movimento, ou seja, à serviço diário do povo, debater e propor soluções para satisfazer as necessidades humanas.
3 – Converter o partido em um poderoso meio de propaganda e comunicação.
4 – Passar da inércia burocrática à líder das lutas populares.
5 – A constituição de um pólo patriótico, uma audaciosa política de unificação e repolarização da lutas.
6 – Um partido que vai às ruas, às lutas e à vitoria popular e socialista.

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