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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Acordo com PV garante governabilidade em Porto Velho.

Com a presença dos vereadores Moisés Costa, Marcelo Reis, Eduardo Rodrigues (ambos do PV), Cláudio da Padaria, Ellis Regina (PC do B), Cláudio Carvalho, Hermínio Coelho, Jurandir Bengala (PT), e do deputado federal Lindomar Garçom (PV), o prefeito Roberto Sobrinho assinou nesta quarta-feira 29, a nomeação do vereador licenciado, Jaime Gazola (PV), para a pasta de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo.

O ex-secretário da Semdestur, José Gadelha (foto), assumirá a secretaria municipal de Meio Ambiente (Sema) em substituição ao professor Agnaldo Ferreira, que estava no cargo há mais de três anos. Participaram da solenidade na sala de reunião do Palácio Tancredo Neves, os familiares do novo secretário da Semdestur, além do assessor especial do prefeito, Wilson Correa.

O prefeito Roberto Sobrinho justificou a medida, adiantando que a troca era necessária para garantir a governabilidade e assegurar a participação dos vereadores do PV na gestão municipal. Juntas, as bancadas do Partido dos Trabalhadores e do Partido Verde na Câmara Municipal somam oito vereadores. [ http://www.rondoniasim.com.br/index.php?secao=12&id=4471 ]

Avaliação.

Com esta aproximação, nosso companheiro prefeito inteligentemente aplaina sua caminhada para a sucessão. PT e PV formam as duas maiores bancadas partidárias na Câmara de Porto Velho. Por acordo, quando da eleição do companheiro vereador Hermínio como presidente da edilidade nos dois anos iniciais, o Partido Verde ocuparia a presidência na metade final da legislatuta. Muito provavelmente o PMDB do vice prefeito lançará candidatura em 2012 e o PT não pode ficar a mercê dos acontecimentos. É preciso ser protagonista. Ainda não possuimos um nome forte para apresentar aos eleitores. Assim, Sobrinho está fazendo sua parte, dentro da sua lógica enquanto administrador. Por outro lado, há no PT muito companheiro que fica reclamando dos chamados acordos de gabinete sem entretanto se preocupar em construir uma alternativa militante, cotidiana, popular e de luta. Se as coisas em Rondônia acontecem como o pessoal da Construindo um Novo Brasil encaminham (e na maioria das vezes de forma mal avaliada e mal executada) é porque não há outra proposta que vá além do mero discurso.

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